Logística


Logística

Com o porto de Santos e o Aeroporto de Itanhaém, essa é a profissão do momento.
Toda a orla do litoral de São Paulo é repleto de empresas de logística, entrepostos aduaneiros e empresas de transporte de cargas, seu manuseio e armazenagem. O curso de Logística lhe dá ferramentas e conhecimentos profundos para uma carreira vencedora em qualquer uma dessas empresas. Conheça mais sobre o nosso curso...


Grade:
1º Termo C/H
Contabilidade Aplicada 36
Matemática Aplicada 36
Fundamentos de Logística 72
Modais de Transporte Logístico 72
Direito e Legislação Aplicado à Logística 36
Logística e Canais de Distribuição 72
Projeto Integrador I 36
2º Termo C/H
Administração Geral 72
Gestão de Custos e Preços 72
Movimentação Interna e Armazenagem de Materiais 72
Espanhol Aplicado 36
Liderança e Empreendedorismo 36
Qualidade de Serviços Logísticos 36
Administração da Produção e Operações I 36
3º Termo C/H
Comunicação Empresarial 36
Inglês Aplicado 36
Estatística Aplicada 36
Gestão de Estoques 72
Gestão de Projetos Logísticos 36
Ética, Responsabilidade Social 36
Técnicas de Negociação 36
Marketing de Serviços Logísticos 36
Projeto Integrador II 36
4º Termo C/H
Métodos de Simulação Logística 36
Pesquisa Operacional 36
Gestão do Conhecimento 72
Comércio Internacional 72
Administração da Produção e Operações II 36
Projeto Integrador III 36
Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) 36
Ergonomia e Segurança no Trabalho 36

 

Plano Politico Pedagógico- PPC

 

 

 

Projeto Político-Pedagógico

 

LOGÍSTICA

 

2017

 

SUDOESTE PULISTA

08/01/2013

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Projeto Político-Pedagógico 

LOGÍSTICA

 

 

 

 

 

 

Abril, 2016

 

 

 

SUMÁRIO

  1. Dados Gerais do Curso. 7
  2. INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS. 8

2.1.  DA MANTENEDORA. 8

2.1.1.  Identificação. 8

2.1.2.  Dirigente Principal 8

2.2.  DA MANTIDA. 9

2.2.1.  Identificação. 9

2.2.2.  Dirigente Principal 9

2.3.  Proposta da Instituição.. 10

2.4.  Contextualização em relação às suas Inserções institucional, política, geográfica e social. 12

2.4.1.  Itanhaém - História. 12

2.4.2.  Baixada Santista. 13

2.4.2.1. População. 15

2.4.2.1. Economia. 17

2.4.3.  As metas do Plano Nacional de Educação (PNE) 19

2.4.3.1. Diretrizes do PNE. 20

2.4.3.2. Objetivos e Metas do PNE. 21

  1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA. 23

3.1.  Finalidades. 23

3.2.  MISSÃO.. 24

3.2.1.  Da Instituição. 24

3.2.2.  Do Curso. 24

3.3.  CONCEPÇÃO.. 24

3.4.  visão.. 25

3.5.  princípios e valores. 26

3.6.  Vocação.. 26

3.7.  Objetivos do curso.. 27

3.7.1.  Geral 27

3.7.2.  Específicos. 27

3.8.  Perfil Profissional do Egresso.. 28

3.8.1.  Competências e habilidades esperadas do egresso. 28

3.9.  ORGANIZAÇÃO CURRICULAR. 29

3.9.1.  Coerência do currículo com a fundamentação teórico-metodológica do curso. 32

3.9.2.  Coerência do currículo com os objetivos do curso. 32

3.9.3.  Coerência do currículo face às Diretrizes Curriculares Nacionais. 32

3.9.4.  Adequação da metodologia de ensino à concepção do curso. 33

3.9.5.  Inter-relação das disciplinas na concepção e execução do currículo. 35

3.10.    Estrutura Curricular e dimensionamento da carga horária por período letivo   37

3.10.1.  Resumo da Matriz Curricular e dimensionamento da carga horária. 37

3.11.    Certificação.. 38

3.12.    Ementário e Bibliografia. 38

3.12.1.  Adequação e atualização das ementas e programas das disciplinas. 38

3.12.2.  Adequação, atualização e relevância da bibliografia. 38

3.12.3.  Descrição do ementário e bibliografia  do curso. 38

3.13.    HORA-AULA. 69

3.13.1.  Aspecto Legal 69

3.13.2.  Ação Institucional 70

3.14.    Informações acadêmicas. 71

3.15.    Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana (Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004). 73

3.16.    Política de Educação Ambiental. 74

3.16.1.  Princípios da Educação Ambiental 74

3.16.2.  Objetivos da educação ambiental 75

3.16.3.  Ações previstas para implantação na IES da educação ambiental 75

3.17.    Atividades Complementares. 76

3.17.1.  Mecanismos Efetivos de Acompanhamento e Cumprimento das Atividades. 78

3.17.2.  Oferta Regular de Atividades pela IES. 78

3.17.3.  Incentivo à Realização de Atividades Fora da IES. 78

3.18.    Estágio Supervisionado.. 78

3.18.1.  Carga Horária. 79

3.18.2.  Sistema de acompanhamento e avaliação de Estágio. 79

3.18.3.  Sistema de Avaliação. 79

3.18.4.  Relatórios de atividades. 80

3.18.5.  Participação em atividades reais conveniadas. 80

3.19.    SISTEMA DE AvALIAÇÃO DO ENSINO APRENDIZAGEM.. 80

3.19.1.  Formas de Avaliação do Ensino Aprendizagem.. 81

3.19.2.  Coerência do Sistema de Avaliação. 82

3.19.3.  Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem.. 83

3.19.4.  Sistema de Autoavaliação do Curso. 85

3.20.    Ações acadêmico-administrativas decorrentes das autoavaliações e das avaliações externas. 86

3.21.    Administração Acadêmica. 87

3.21.1.  Atuação do Coordenador 87

3.22.    ColegiADO DE CURSO.. 88

3.23.    Apoio Técnico-Administrativo e Didático-Pedagógico aos Docentes........ 89

3.24.    Organização Acadêmico-Administrativa (Controle Acadêmico). 89

3.25.    Atenção aos Discentes. 90

3.25.1.  Apoio Pedagógico. 90

3.25.2.  Acompanhamento Psicopedagógico. 91

3.25.3.  Mecanismos de Nivelamento. 91

3.25.4.  Programas de Apoio Financeiro. 91

3.25.4.1.  Bolsas de Trabalho ou de Administração. 92

3.25.4.2.  Convênios. 92

3.25.4.3.  Bolsas Acadêmicas Fornecidas pela Mantenedora. 92

3.25.4.4.  Financiamento ao Estudo do Ensino Superior – FIES. 92

3.25.4.5.  Bolsa do Programa Escola da Família. 93

3.25.4.6.  Programa Universidade para Todos - Prouni 93

3.26.    Núcleo Docente Estruturante - NDE. 93

3.27.    Tecnologias de informação e comunicação (TICs) previstas para o curso   95

3.28.    INTERDISCIPLINARIDADE. 96

3.29.    Projeto Integrador. 96

  1. CORPO DOCENTE. 98

4.1.  Perfil do Corpo Docente. 98

4.2.  Contratação dos Professores. 100

4.3.  Política e Plano de Carreira. 100

4.4.  Critérios de admissão e de progressão na carreira. 100

4.5.  Ações de Capacitação.. 100

4.6.  Plano de Cargos e Salários. 101

4.7.  Apoio à produção científica, técnica, pedagógica e cultural. 102

4.8.  Apoio à participação em eventos. 102

4.9.  Incentivo à formação/atualização pedagógica dos docentes. 103

  1. INSTALAÇÕES PARA O CURSO. 104

5.1.  Espaço Físico do Curso.. 104

5.1.1.  Salas de Aula. 104

5.1.2.  Instalações administrativas. 105

5.1.3.  Instalações para docentes. 105

5.1.4.  Instalações para a Coordenação do curso. 105

5.1.5.  Auditórios e Salas de Conferência. 105

5.2.  Condições de acesso para portadores de necessidades especiais. 106

5.2.1.  Para alunos com deficiência física. 106

5.2.2.  Para alunos com deficiência visual 106

5.2.3.  Para alunos com deficiência auditiva. 107

5.3.  Infra-estrutura de segurança. 107

5.4.  Plano de expansão física. 107

5.5.  Condições de salubridade das instalações acadêmicas. 108

5.6.  Equipamentos. 108

5.6.1.  Acesso a equipamentos de informática pelos docentes. 108

5.6.2.  Acesso a equipamentos de informática pelos alunos. 108

5.6.3.  Recursos audiovisuais e multimídia. 108

5.6.4.  Existência da rede de comunicação científica. 108

5.6.5.  Plano de expansão e de atualização de equipamentos. 109

5.7.  Serviços. 110

5.7.1.  Manutenção das instalações físicas. 110

5.7.2.  Manutenção dos equipamentos. 110

5.8.  Biblioteca. 110

5.8.1.  Espaço Físico. 110

5.8.2.  Instalações para o acervo. 111

5.8.3.  Instalações para estudos individuais. 111

5.8.4.  Instalações para estudos em grupos. 111

5.8.5.  Acervo Geral 112

5.8.6.  Base de Dados. 112

5.8.7.  Informatização. 113

5.9.  Periódicos Específicos do Curso de LogísTIca. 113

5.9.1.  Política de aquisição, expansão e atualização. 120

5.10.    Serviços. 121

5.10.1.  Horário de funcionamento. 121

5.10.2.  Serviço de acesso ao acervo. 121

5.10.3.  Filiação institucional a entidade de natureza científica. 123

5.10.4.  Apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos. 123

5.10.5.  Pessoal técnico-administrativo. 123

5.11.    Laboratórios Específicos Para O Curso.. 124

5.11.1.  Laboratório de Informática. 124

5.12.    Serviços. 124

5.12.1.  Áreas Acadêmicas atendidas. 124

5.12.2.  Normas de Segurança. 124

5.12.3.  Pessoal Técnico. 125

  1. Bibliografia Consultada. 125

 

 

 


1.   dispositivos legais e normativos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação - presencial e a distância

 

 

 

Dispositivo Legal

Explicitação do Dispositivo

Pela IES

1

Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso

O PPC está coerente com as Diretrizes Curriculares Nacionais.

2

Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana (Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004)

A Educação das Relações Étnico-Raciais, bem como o tratamento de questões e temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes estão inclusas na disciplina de Ética e Responsabilidade Social e atividades curriculares do curso previstas no Plano de Implantação da Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana.

3

Titulação do corpo docente

(Art. 66 da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996)

Todo corpo docente tem formação em pós-graduação.

4

Núcleo Docente Estruturante (NDE)

(Resolução CONAES N° 1, de 17/06/2010)

O NDE atende à normativa pertinente.

5

Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida

(Dec. N° 5.296/2004, com prazo de implantação das condições até dezembro de 2008)

A IES apresenta condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida.

 

6

Disciplina obrigatória/optativa de Libras

(Dec. N° 5.626/2005)

O PPC prevê a inserção de Libras na estrutura curricular do curso como optativa.

7

Informações acadêmicas

(Portaria Normativa N° 40 de 12/12/2007, alterada pela Portaria Normativa MEC N° 23 de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010)

As informações acadêmicas exigidas estão disponibilizadas na forma impressa e virtual.

8

Políticas de educação ambiental

(Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002)

Há integração da educação ambiental às disciplinas do curso de modo transversal, contínuo e permanente – garantido pela Política de Educação Ambiental da IES. Inclusive com conteúdo abordado na disciplina de Qualidade em Serviços Logísticos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


2.   Dados Gerais do Curso

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Curso:

LOGÍSTICA

Modalidade:

TECNÓLOGO- PRESENCIAL

Endereço de oferta do Curso:

Av. Embaixador Pedro de Toledo, 196 – Centro – Itanhaém/SP - CEP: 11740-000

Turno de funcionamento:

Integral

Matutino

Vespertino

Noturno

Totais

Nº. de vagas anuais oferecidas:

0

0

0

100

100

Regime de matrícula:

Seriado semestral

Duração do Curso:

Tempo Mínimo

Tempo Máximo Integralização

4 SEMESTRES

6 semestres

             

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


3.   INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3.1.               DA MANTENEDORA

 

3.1.1.         Identificação

 

 

Unidade Metropolitana de Ensino Superior e Técnico Ltda

CNPJ:

02.595.335/0001-25

 

 

End.:

Avenida Embaixador Pedro de Toledo

nº:

196

Bairro:

Centro

Cidade:

Itanhaém

CEP:

11740-000

UF:

SP

Fone:

13 3426 5040

Fax:

13 7808 6219

E-Mail:

secretaria@unidez.edu.br

                   

 

3.1.2.         Dirigente Principal

 

 

Presidente

Nome:

Edinalva Lima de Almeida Beraldi

End.:

Avenida Embaixador Pedro de Toledo

nº:

196

Bairro:

Centro

Cidade:

Itanhaém

Bairro

Centro

UF:

SP

Fone:

13 3426 5040

Fax

13 3426 5040

E-mail:

nalva.evolucao@gmail.com

               

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3.2.               DA MANTIDA

3.2.1.         Identificação

 

 

FACULDADE ITANHAÉM

End.:

Avenida Embaixador Pedro de Toledo

nº:

196

Bairro:

Centro

Cidade:

Itanhaém

CEP:

11740-000

UF:

SP

Fone:

13 3426 5040

Fax:

13 3426 5040

E-Mail:

secretaria@unidez.edu.br

                   

 

3.2.2.         Dirigente Principal

 

 

Presidente

Nome:

Edinalva Lima de Almeida Beraldi

End.:

Avenida Embaixador Pedro de Toledo

nº:

196

Bairro:

Centro

Cidade:

Itanhaém

Bairro

Centro

UF:

SP

Fone:

13 3426 5040

Fax

13 3426 5040

E-mail:

nalva.evolucao@gmail.com

               

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3.3.               Proposta da Instituição

 A sociedade contemporânea vive momentos de intensas transformações decorrentes da necessidade de se compatibilizar, otimizar, adequar ou mesmo transmutar valores que a ela não se convergem, visto que, no século XXI cada vez mais a valorização do Capital Intelectual está em voga.

Não se pode negar que a Universidade é o meio pelo qual se materializa o produto do saber, que doravante será chamado de Capital Intelectual. As Instituições de Ensino Superior, de Extensão e de Pesquisa deverão se desenvolver a ponto de, não só garantirem a sua inserção no mundo globalizado, mas para exercer, com primor inigualável, aquilo que se pode definir como função sustentadora dos aspectos básicos para garantir o direito a uma vida digna a todo e qualquer Homem.

A demanda cada vez maior por novas vagas nas universidades e a falta de recursos governamentais para criação e ampliação de vagas no setor público vêm sendo um grande desafio e têm encontrado na instalação de universidades privadas a garantia do comprimento do direito ao acesso ao ensino superior a todo cidadão, em especial, o brasileiro que assim desejar.

Discutir as causas do crescimento de demanda pelos cursos de graduação e as maneiras para suprir tal demanda sem a “massificação do ensino" é indispensável. Superar a concepção de ensinar por ensinar é também necessário. Atender a demanda por vagas nas universidades, de forma consciente, facilitará a formação de uma sociedade crítico-reflexiva e, jamais, simplesmente, portadora de diplomas e certificados que não garantem ao indivíduo uma postura ética e um comprometimento moral com o seu próximo.

Dado às transformações sofridas pela universidade, no que concerne aos seus objetivos e finalidade, e por estar o conhecimento disseminado em todos os segmentos sociais, representado nas mais diversas formas e propagado por intermédio dos meios de comunicação de massa, é preciso pensar e repensar, com bastante moderação: a missão institucional de uma universidade; a maneira de se buscar formas de assegurar um ensino de qualidade que contemple a diversidade cultural e de conhecimento daqueles a que ela se destina, simultaneamente, ao atendimento da oferta e procura pelos cursos superiores.

Preocupadas em formar profissionais com competências e habilidades para atuarem nas mais diversas áreas e ainda capazes de exercerem sua própria cidadania, a Unidade de Ensino Superior de Itanhaém, por intermédio de sua Faculdade Itanhaém (FAITA) propõem, no presente projeto, uma ampla discussão acerca da postura e do perfil que deverá sustentar doravante. Todos os seus esforços estarão voltados para a análise de fatores que ela considera imprescindíveis na realização do seu trabalho, ou seja, na formação de cidadãos críticos que, ao atuarem no mercado de trabalho local ou em outro, estarão se portando de maneira coerente e consciente.

A Faculdade Itanhaém (FAITA) – como uma instituição preocupada com a construção de novos conhecimentos e de profissionais éticos e tecnicamente capacitados, pretende adotar uma prática pedagógica que parta da realidade econômica, social e cultural do aluno (senso-comum) incluindo-o no universo catedrático, para que  possa refletir a sua prática e por meio da comparação crítico-reflexiva, adquirir o conhecimento elaborado sistematicamente (o conhecimento científico).

Em face do exposto, pretende a Instituição, com este projeto, inserir-se no conjunto das grandes instituições do Brasil e do Mundo que trabalham em prol do crescimento do Homem na sua totalidade pessoal, espiritual e profissional.

 

 

 

 

3.4.               Contextualização em relação às suas Inserções institucional, política, geográfica e social

 

3.4.1.         Itanhaém - História

O nome do município é uma referência ao Rio Itanhaém, que banha o município. "Itanhaém" é um termo de origem tupi que significa "prato de pedra", através da junção dos termos itá (pedra) e nha'em (prato). Itanhaém é um dos 15 municípios paulistas considerados estâncias balneárias pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por lei estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto ao seu nome o título de "estância balneária", termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.

O núcleo original da cidade, às margens do rio Itanhaém, teria sido fundada pelos portugueses João Rodrigues Castelhano e Cristóvão Gonçalves, ou por Martim Afonso de Sousa, durante os dois anos em que este permaneceu em São Vicente. Segundo frei Gaspar da Madre de Deus, não havia, ainda, em 1555, nenhuma povoação no terreno onde, depois, foi instalada a vila de Nossa Senhora da Conceição de Itanhaém. A povoação foi elevada a categoria de vila em abril de 1561 pelo capitão-mor Francisco de Morais. De 1624 até 1679, teve o provimento de cabeça da capitania conferido à Condessa de Vimieiro, tempo em que esta donatária foi afastada da Capitania de São Vicente por erro de demarcação da Capitania de Santo Amaro. Em 1654, foi aí construído o Convento dos Franciscanos. É um dos mais antigos municípios brasileiros, criado em 1532 com o nome de Nossa Senhora da Conceição de Itanhaém. Foi, durante certo período, a sede da antiga capitania de São Vicente.

A Cama de Anchieta é uma formação rochosa que, segundo reza a lenda, por seu desenho plano escavado pela ação do mar e pelo vento, no costão da Praia dos Sonhos, em Itanhaém, tornou-se o local preferido do beato jesuíta José de Anchieta, para passar horas e horas descansando e encontrar inspiração para compor versos e poemas em suas andanças pela região. O local atrai milhares de visitantes, chamando a atenção por sua beleza natural e pela deslumbrante vista em direção ao mar, da costa e dos morros que circundam o local. Para facilitar o acesso, há uma passarela (apesar do caminho também poder ser feito pelas escorregadias pedras da costeira) construída com verba doada pelo governo das Ilhas Canárias, comunidade autônoma da Espanha e pela administração de San Cristóbal de La Laguna, município onde nasceu Anchieta. A obra facilita e permite o acesso até mesmo de pessoas com grandes dificuldades de locomoção.

 

3.4.2.         Baixada Santista

 

A Unidade de Ensino Superior de Itanhaém (Faita) está instalada na cidade de Itanhaém no Estado de São Paulo. Itanhaém localiza-se na Baixada Santista a uma distância de 111 km, por rodovia, da Capital de São Paulo. Essa região é ligada à Grande São Paulo por rodovia através do Sistema Anchieta - Imigrantes. Partindo da Rodovia dos Imigrantes em direção ao Litoral Sul tem-se a rodovia Padre Manoel da Nóbrega.

A região caracteriza-se pela grande diversidade de atividades presentes nos municípios que a compõem. Além de contar com o parque industrial de Cubatão e o Complexo Portuário de Santos, ela desempenha outras funções de destaque em nível estadual, como as atividades industrial e de turismo, e outras de abrangência regional, como as relativas aos comércios atacadista e varejista, ao atendimento à saúde, educação, transporte e sistema financeiro. Têm presença marcante ainda na região as atividades de suporte ao comércio de exportação, originadas pela proximidade do complexo portuário.

 

Fonte: Fundação SEADE

Mapa 1. Microrregião de Santos Mesorregião Metropolitana de São Paulo             

 

Fonte: Fundação SEADE

Mapa 2. Microrregião de Itanhaém - Mesorregião do Litoral Sul Paulista  

 

Com aproximadamente 13 km de cais, quase 500 mil m² de armazéns, o Porto de Santos, maior e mais importante complexo portuário da América do Sul, movimenta anualmente 76 milhões de toneladas, entre carga geral, líquidos e sólidos a granel e mais de 40% do movimento nacional de contêineres, ou seja, de cada cinco contêineres embarcados ou desembarcados na costa brasileira, dois passam pelo Porto de Santos. Para o Estado de São Paulo, a presença do Porto representa enorme avanço econômico, permitindo o direcionamento de grande parcela de suas atividades industriais e agrícolas para o suprimento de mercados internacionais.

Fonte: Fundação SEADE

Mapa 3. Região Metropolitana da Baixada Santista.  

 

3.4.2.1.            População

A Região Metropolitana da Baixada Santista foi criada mediante Lei Complementar Estadual 815, em 30 de julho de 1996, tornando-se a primeira região metropolitana brasileira sem status de capital estadual. Estende-se sobre municípios pertencentes tanto à Mesorregião de Santos (sobreposta à Microrregião de Santos) quanto à Mesorregião do Litoral Sul Paulista (mais precisamente, à Microrregião de Itanhaém). Itanhaém forma, junto com os municípios de Bertioga, Cubatão, Guarujá, Praia Grande, Mongaguá, Peruíbe, Santos e São Vicente, a Região Metropolitana da Baixada Santista. Considerando-se a população de todas as cidades, a Região pussui 1.664.136 habitantes, conforme Censo IBGE 2010.

População da Baixada Santista

1.    Bertioga

47.645

2.    Cubatão

118.720

3.    Guarujá

290.752

4.    Itanhaém

87.057

5.    Mongaguá

46.293

6.    Peruíbe

59.773

7.    Praia Grande

262.051

8.    Santos

419.400

9.    São Vicente

332.445

TOTAL de Habitantes

1.664.136

Fonte: IBGE/2010

Tabela 1. População da Baixada Santista

 

Fonte: Fundação SEADE

Tabela 2. População residente e Taxa geométrica de crescimento populacional do Estado de São Paulo (ESP), Região Metropolitanada Baixada Santista (RMBS) e Município de Santos, 1980 – 2010.

 

 

 

Fonte: IBGE/2010

Tabela 3. Estrutura populacional por grandes grupos de idade – Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS), Estado de São Paulo e Brasil, 2000 - 2010. 

 

 

RANKING DAS POPULAÇÕES DAS REGIÕES METROPOLITANAS DO PAÍS

Regiões Metropolitanas 2010

Estado

População 2000

Posição 2000*

População 2010

Posição em 2010

São Paulo

SP

17.878.703

1

19.672.582

1

Rio de Janeiro

RJ

10.792.518

2

11.711.233

2

Belo Horizonte

MG

4.819.288

3

5.413.627

3

Porto Alegre

RS

3.718.778

4

3.960.068

4

Recife

PE

3.337.565

5

3.688.428

5

Fortaleza

CE

3.056.769

7

3.610.379

6

Salvador

BA

3.120.303

6

3.574.804

7

Curitiba

PR

2.768.394

8

3.168.980

8

Campinas

SP

2.338.148

9

2.798.477

9

Manaus

AM

1.725.536

12

2.210.825

10

Goiânia

GO

1.743.297

11

2.173.006

11

Belém

PA

1.795.536

10

2.040.843

12

Grande Vitória

ES

1.438.596

14

1.685.384

13

Baixada Santista

SP

1.476.820

13

1.663.082

14

Grande São Luís

MA

1.091.979

15

1.327.881

15

Natal

RN

1.078.233

16

1.295.627

16

João Pessoa

PB

1.019.646

17

1.198.675

17

Maceió

AL

989.182

18

1.156.278

18

 

Fonte: IBGE/2010

Tabela 4. População da Baixada Santista

3.4.2.1.            Economia

 

Segundo dados do IBGE o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas) de Santos foi o 19 o do País em 2007, crescendo 22% em relação ao ano anterior e sendo responsável por 0,74% da economia brasileira. Cubatão, a segunda cidade mais rica da Baixada Santista, cresceu 12% e ficou em 64, com participação nacional de 0,23%. Santos registrou PIB de R$ 19,704 bilhões em 2007, frente aos R$ 16,141 bilhões no ano anterior. Em Cubatão, o PIB de 2007 foi de R$6,25 bilhões, contra R$5,576 bilhões em 2006. Também em 2007, Guarujá era a terceira economia regional, com R$2,9 bilhões, seguida por São Vicente, com R$ 2,181 bilhões e Praia Grande com R$ 2,147 bilhões. Os valores de 2006 e 2007 foram atualizados a preços correntes. Observando-se as demais cidades, Santos, que cresceu 22%, e Cubatão, 12%, têm a expansão mais vigorosa. Mongaguá elevou seu PIB em 10% e Praia Grande, Peruíbe e São Vicente em 9%. Bertioga registrou alta de 7,5% e Guarujá e Itanhaém, 6%.

Segundo o trabalho elaborado pelo banco americano JP Morgan Chase para ajudar investidores a tomar suas decisões quando desejam abrir ou ampliar negócios no País -um dos pontos mais relevantes é o que comprova a descentralização da economia brasileira nos últimos anos. "O Produto Interno Bruto (PIB) per capita cresceu pelo menos 33% em todas as 13 regiões metropolitanas, mas em quatro (Grande Vitória, Recife, Curitiba e Baixada Santista) a expansão superou os 50%", afirmou o pesquisador sênior da Brookings, Jill Wilson, lembrando que os dados comparam a situação do Brasil em 1990 e 2012. Outro ponto interessante, de acordo com o pesquisador, diz respeito aos movimentos migratórios e imigratórios. Na Baixada Santista, a fatia da População Economicamente Ativa (PEA) que nasceu fora do Estado de São Paulo passou de 14% em 1990 para 25% em 2012. A região é uma das mais promissoras do ponto de vista econômico em razão das descobertas do pré-sal.

Foto 1. Siderúrgica na cidade de Cubatão.

 

As atividades industriais, localizadas predominantemente em Cubatão, importante pólo siderúrgico em escala regional, assim como as portuárias em Santos e as ligadas ao comércio, serviços e atividades de turismo e veraneio têm reflexos diretos na economia da região e respondem pela geração de um Produto Interno Bruto de R$ 41,2 bilhões (IBGE/2009), o que representa 3,5% do PIB do estado de São Paulo.

 

 

Foto 2. Porto de Santos.

 

O turismo também tem grande participação no PIB da região, quesito que inclui todas as cidades da Região Metropolitana, tendo destaque para vários atrativos naturais e culturais.

Foto 3. Cidade de Santos – cidade-sede.

 

O crescimento exacerbado em Santos, Cubatão e Guarujá, aliado a outras atividades geradoras de emprego nos setores de comércio e serviços, provocou um movimento altamente pendular em direção a outros municípios, com melhores condições de habitabilidade e espaço disponível. Os municípios de São Vicente e Praia Grande e o distrito de Vicente de Carvalho, no Guarujá, adquiriram características de cidades-dormitório, apresentando intensa conurbação entre si, só prejudicada pela presença de restrições de ordem física, que os impedem, aqui e ali, de apresentar uma mancha urbana contínua. Apesar da sua função portuária, importante para um crescente intercâmbio em face do processo de globalização, e de constituir sede do expressivo pólo siderúrgico e da indústria de turismo, a RMBS apresenta problemas comuns aos grandes aglomerados urbanos, como os relacionados com a questão ambiental, carência de infra-estrutura, saneamento ambiental, transporte e habitação.

 

3.4.3.         As metas do Plano Nacional de Educação (PNE)

A instalação da República no Brasil e o surgimento das primeiras ideias de um plano que tratasse da educação para todo o território nacional aconteceram simultaneamente. À medida que o quadro social, político e econômico do início deste século se desenhava, a educação começava a se impor como condição fundamental para o desenvolvimento do País. Havia grande preocupação com a instrução, nos seus diversos níveis e modalidades. Entretanto, como resultado conjugado de fatores demográficos, aumento das exigências do mercado de trabalho, além das políticas de melhoria do ensino médio, prevê-se uma explosão na demanda por educação superior. A matrícula no ensino médio deverá crescer nas redes estaduais, sendo provável que o crescimento seja oriundo de alunos das camadas mais pobres da população. Isto é, haverá uma demanda crescente de alunos carentes por educação superior.

3.4.3.1.   Diretrizes do PNE

Nenhum país pode aspirar a ser desenvolvido e independente sem um forte sistema de educação superior. Num mundo em que o conhecimento sobrepuja os recursos materiais como fator de desenvolvimento humano, a importância da educação superior e de suas instituições é cada vez maior. Para que estas possam desempenhar sua missão educacional, institucional e social, o apoio público é decisivo. A importância que neste plano se deve dar às Instituições de Ensino Superior (IES), mormente à universidade e aos centros de pesquisa, erige-se sobre a constatação de que a produção de conhecimento, hoje mais do que nunca e assim tende a ser cada vez mais é à base do desenvolvimento científico e tecnológico e que este é que está criando o dinamismo das sociedades atuais.

As IES têm muito a fazer, no conjunto dos esforços nacionais, para colocar o País à altura das exigências e desafios do Século XXI, encontrando a solução para os problemas atuais, em todos os campos da vida e da atividade humana e abrindo um horizonte para um futuro melhor para a sociedade brasileira, reduzindo as desigualdades. A oferta de educação básica de qualidade para todos está grandemente nas mãos dessas instituições, na medida em que a elas compete primordialmente a formação dos profissionais do magistério; a formação dos quadros profissionais, científicos e culturais de nível superior, a produção de pesquisa e inovação, a busca de solução para os problemas atuais são funções que destacam a universidade no objetivo de projetar a sociedade brasileira num futuro melhor. 

O sistema de educação superior deve contar com um conjunto diversificado de instituições que atendam a diferentes demandas e funções. Seu núcleo estratégico há de ser composto pelas universidades, que exercem as funções que lhe foram atribuídas pela Constituição: ensino, pesquisa e extensão. Esse núcleo estratégico tem como missão contribuir para o desenvolvimento do País e a redução dos desequilíbrios regionais, nos marcos de um projeto nacional. Por esse motivo, estas instituições devem ter estreita articulação com as instituições de ciência e tecnologia – como, aliás, está indicado na LDB (art. 86). No mundo contemporâneo, as rápidas transformações destinam às universidades o desafio de reunir em suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, os requisitos de relevância, incluindo a superação das desigualdades sociais e regionais, qualidade e cooperação internacional. As universidades constituem, a partir da reflexão e da pesquisa, o principal instrumento de transmissão da experiência cultural e científica acumulada pela humanidade. Nessas instituições apropria-se o patrimônio do saber humano que deve ser aplicado ao conhecimento e desenvolvimento do País e da sociedade brasileira. A universidade é, simultaneamente, depositária e criadora de conhecimentos.

3.4.3.2.   Objetivos e Metas do PNE

                   Os objetivos e metas do PNE que se relacionam direta ou indiretamente a proposta da Instituição:

  1. Prover, até o final da década, a oferta de educação superior para, pelo menos, 30% d


    Coordenador do Curso: Cláudio Roberto Gomes

    Duração do Curso: 2 anos